O povo contra O.J. Simpson - Netflix

A década de 90 nos Estados Unidos foi palco de um dos maiores julgamentos da história desse pais: O caso do ex-jogador de futebol americano O.J. Simpson, acusado de duplo homicídio. Anos depois desse caso dramático e cheio de reviravoltas, surge a série “American Crime Story: O povo contra O.J. Simpson” produzida por Ryan Murphy, que também é o criador de American Horror Story e Glee, entre outros sucessos.
O objetivo da série é contar a história do julgamento e o que ocorre após a descoberta do corpo da ex esposa de Simpson, Nicole Brown Simpson. Para evitar processos, nota-se que é evitado o tempo todo cravar a culpa ou inocência de O.J. Mas, claro, se você assistir não há possibilidade de terminar pensando que O.J. é inocente. 
O julgamento de um homem culpado, em um caso em que a promotoria tem uma tonelada de provas. Como pode algo assim ser interessante? Acontece que O.J. tem muito dinheiro e contrata o que é chamado de “dream team” de advogados, uma equipe com os melhores defensores criminalistas da época. E é aí que a história vira um circo.

Johnnie Cochran, um dos advogados escolhidos por O.J. é um grande ativista dos direitos étnicos-raciais e se utiliza da grande influência que tem na mídia para transformar a maneira como todos enxergam o caso O.J. Entre uma série de desculpas estapafúrdias, a defesa principal é a de que O.J. só foi preso pelo crime porque é negro. Esqueçam as luvas cheias de sangue, o dna das vitimas no carro de O.J. e todas as provas técnicas – Cochran afirma que foi tudo uma grande armação da polícia Californiana para incriminar O.J.
Por mais que considere Cochran um pouco aproveitador, ele usa uma verdade incontestável como forma de defesa. A polícia da Califórnia tem policiais racistas e o racismo é uma realidade americana tanto hoje quanto naqueles longínquos anos 90. O próprio decorrer do caso demonstra que um desses policiais racistas da força policial acabou por estar mesmo trabalhando nesse caso. Mas isso significa que O.J. é inocente? Assistam a série e tirem suas conclusões mas minha resposta é: Nem. A. Pau.  

Do outro lado, na acusação, está a promotora Marcia Clark, na série dignamente interpretada  Sarah Paulson (não é à toa que a atriz recebeu um Emmy esse papel). O grande problema de Marcia é acreditar que o júri vai simplesmente enxergar as toneladas de prova que eles tem e se convencer que um dos maiores astros do país é um assassino. Nesse ponto Cochran é mais esperto: percebe que o júri são um bando de pessoas que entendem apenas de histórias. O júri não escolhe quem acha ser culpado ou inocente e sim quem tem a história que parece ser mais sentido.

Dez episódios são necessários para contar tudo o que aconteceu nesse julgamento que durou mais de um ano. Alguns momentos tem uma carga dramática bem forte e não poderia ser diferente, afinal os temas da série são (entre outros) homicídio, racismo, violência contra a mulher e machismo. Apesar de ser uma baita produção, não é uma série que você assiste para relaxar – você assiste “O povo contra O.J. Simpson” e fica p da vida boa parte do tempo.
Se você não conhece o final dessa história vai ser ainda mais legal ainda assistir mas, mesmo para quem já sabe, o suspense ainda é grande. Eu peguei um spoiler no meio da série e, mesmo com o que eu sabia, estava roendo as unhas no momento do veredicto. As atuações, a direção, a trilha sonora, tudo contribui para essa ansiedade para saber o que serão  decidido – mesmo quando a gente já sabe.

Sem contar a reflexão da invisibilidade da mulher que sofre violência. A esposa de O.J. tinha diversas queixas contra ele na polícia, nunca ninguém fez nada. Seria porque o ex-jogador era uma espécie de mito? Ou apenas mais uma realidade da época, que anda de mãos dadas com o racismo encontrado em alguns segmentos daquela polícia?

Se você gosta de séries de advogado, de tramas com dramas fortes e interessantes, com um roteiro muito bem feito e personagens que se pode gostar e não gostar em um único episódio (as atuações são muito boas), assista American Crime Story. Você vai ficar com raiva em boa parte dos episódios e chorar em outras mas, se gosta desse tipo de coisa, vai ficar admirado com a sagacidade dos advogados e com as reviravoltas no caso.

E, se isso não é motivo suficiente para você, saiba que há Kardashians nessa série: um dos advogados de O.J. é o pai da família mais polêmica da TV americana na atualidade. Alguns episódios até mostra as jovens Kloe, Kim e Kendall. A mãe delas, Kris, aparece um pouquinho mais. Nada muito decisivo mas, para quem gosta de ver Kardashians em tela, talvez seja interessante.

Seja por qualquer desses motivos ou por outros que você não leu aqui, fica essa dica para quando estiver afim de uma série boa e com poucos episódios. E que tem Na Netflix. 



Como perder o medo de viajar sozinha

Hoje em dia é muito difícil encontrar uma companhia que tenha um timing perfeito para combinar viagens com você, sempre tem algum empecilho, seja os dias de folga que o companheiro não poderá tirar no próximo mês, ou algum parente doente que o impossibilite de viajar no momento, ou mesmo a falta de dinheiro devido à crise que vem assustando cada vez mais as pessoas no Brasil.
Já que com todas essas barreiras fica praticamente impossível encontrar uma companhia para viajar, que tal se jogar nesse mundão sozinha mesmo e descobrir que pode ser a melhor coisa que você fez por você mesma nos últimos anos?

Numa sociedade em que notícia ruim vende mais do que notícia boa, fica bem difícil mesmo se convencer (e convencer as pessoas ao seu redor) de que está tudo bem se você quer viajar sozinha. Mas a verdade é que você vai descobrir que existem MUITAS pessoas boas e dispostas a te ajudar nesse mundo, e que as pessoas ruins são, na verdade, a exceção (e não ao contrário).
Na minha última viajem para a Argentina (se você me segue no Instagram @nathaliageneroso viu as fotos e os stories) eu decidi ir de última hora – literalmente – com apenas quatro dias de antecedência comprei as passagens e reservei o hostel mais barato que encontrei. Eu nunca havia viajado sozinha, muito menos para um país desconhecido e para dormir em um quarto compartilhado com outros estranhos que não falavam minha língua.
Quando cheguei no hostel, eles me colocaram num quarto compartilhado com três homens!! SIM, três homens (um venezuelano e dois colombianos) e eu, uma mulher, que nunca havia viajado sozinha, imagina o meu choque? O medo que senti!! Praticamente não dormi na primeira noite, com medo de algo acontecer! Resultado? Depois de três dias eles se tornaram meus grandes amigos na Argentina! Rimos juntos, comemos juntos (fiz brigadeiro e eles ficaram alucinados com nosso doce haha) e dormimos no mesmo quarto haha! Nunca conheci pessoas com histórias tão incríveis como as deles! Eles me acham demais por estar viajando sozinha (hahaha mal sabem)...

A verdade é que muitas coisas poderiam ter acontecido sim, mas não aconteceram e minha viagem foi muito melhor do que eu esperava, superou minhas expectativas! Se tem uma coisa que aprendi sobre viajar sozinha é: uma das coisas mais difíceis de você conseguir é ficar sozinha! Todos querem te levar para conhecer algum lugar, todos querem que você tenha a melhor experiência no país e todos querem saber da sua história e ficar horas conversando. Na verdade, nesses oito dias em Buenos Aires eu só consegui sair sozinha duas vezes, porque dei um perdido no povo lá haha.
Então, minha dica para você que está ai com medo, pensando mil vezes se vai ou não é: SE JOGA! Vai sem medo, mas sempre use o bom senso. Você vai conhecer pessoas incríveis com histórias lindas e lições para toda a vida. Vai mudar sua visão de mundo e das pessoas, vai crescer e vai ter provavelmente os dias mais felizes e divertidos da sua vida! Mas cuidado, porque eu ouvi dizer que viajar sozinha vicia e você nunca mais vai querer arrumar companhia para sair por ai explorando o mundo! Eu mesmo estou contando os dias para meu mochilão de cinco meses pela América Latina que começa agora em agosto! Bora?

Se quiser me acompanhar nessa aventura basta me seguir no Instagram e se inscrever no canal do Youtube, vou compartilhar meu dia a dia por lá! Quero te inspirar a tomar a decisão de viajar sozinha e descobrir um mundo de possibilidades! Até lá!

Série Dear White People - 1ª Temporada

            Então, Sense8 foi cancelada. Choros, gritos, lágrimas, "pegação coletiva" como forma de protesto. Enfim, nada deu certo, e perdemos uma das séries mais legais da Netflix. Mas por que estou falando de Sense8 em um post sobre Dear White People?
            Depois que li esse texto do Contraditorium percebi que Sense8 era uma série com orçamento gigante mas retorno medíocre. O autor do post não tinha dados da audiência do programa na Netflix mas mostrou por A mais B que o Buzz gerado pela série das irmãs Wachowski na internet era muito menor ao de outras séries mais baratas, como House Of Cards ou até mesmo Orange is The New Black. Ou seja, mesmo que a audiência fosse baixa, nem o engajamento das pessoas ao redor da série justificaria uma nova temporada.
            Daí entra esse post sobre Dear White People, série que estreou esse ano também na Netflix e que está entre as minhas favoritas produzidas pelo serviço de Streaming. A segunda temporada de Dear White People ainda não foi confirmada e resolvi fazer a minha parte para isso acontecer - tentar convencer quem está lendo a assistir essa produção (ou ao menos descobrir que essa série existe por lá).
Mas do que fala Dear White People?

            A série acompanha Sam, uma garota que tem um programa na rádio da faculdade chamado "Cara Gente Branca". Nele, Sam escancara o racismo que existe na Universidade, seja em frases, gestos ou atitudes. O auge desse racismo é a festa "Blackface" em que vários brancos comparecem com os rostos pintados de preto, algo considerado extremamente racista (para entender melhor o porquê é considerado assim, leia esse texto).
            Sam é a típica militante de uma causa que acredita, o que faz com que se torne um pouco monotemática. Felizmente essa aura de perfeita defensora da causa negra é quebrada quando descobrimos que o namorado de Sam é branco. Não que haja problema nisso mas, em seu programa de rádio e posts nas redes sociais, Sam escreve justamente contra isso, daí vem a incongruência.
            Partindo dessa premissa, cada episódio de "Dear White People" é focado em um personagem diferente. O primeiro episódio foca em Sam e seu relacionamento interracial, depois Lionel, que busca seu espaço como um gay afroamericano dentro do campus, depois Coco, uma jovem que faz o possível para esconder suas raízes negras e Troy, que tem que bancar o filho perfeito do diretor.
            No último episódio todos esses pontos de vistas são mostrados de forma intercalada, para que possamos ver a mesma situação pelos olhos de vários personagens.


Por que você deve assistir

            Com tudo o que falei acima você já deve estar imaginando um dramão, certo? Mas, apesar dos temas pesados, Dear White People é uma série que trata de todos esses assuntos com bom humor ou, ao menos, uma ironia muito divertida. Claro, alguns episódios tem uma carga mais pesada mas, quando pensamos em todos os questionamentos que a série traz (cor, sexualidade, classe social...) até que o drama é bem equilibrado.
            Além disso, são 10 episódios que tem entre 20/30 minutos cada um. Eu, que sou a pessoa mais lenta possível para assistir qualquer série, vi toda a primeira temporada em uma única semana. Ajuda muito o tom bem humorado e a curta duração dos episódios, porque você assiste um atrás do outro, sem perceber.
            Claro, a produção não é perfeita. A maior limitação de "Dear White People" é que é uma série muito segmentada: o público-alvo dela são os negros norte-americanos. Os americanos tem toda uma cultura de segregação aos negros e a série trata muito disso. Para um brasileiro, que cresceu numa sociedade teoricamente miscigenada, algumas considerações ali parecem um tanto estranhas - o namorado branco da Sam ou o fato da personagem ser "mestiça" e, portanto, mais privilegiada, são apenas um exemplo.
            No entanto, há diversas discussões ali que podem ser aproveitadas para a nossa realidade. E, mais do que isso, a série é bem legal, tem personagens diferentes e carismáticos, não faz juízo de valor sobre as atitudes de seu protagonista (Sam não é melhor do que Coco por ser militante) e faz você rir ao mesmo tempo em que pensa sobre o racismo na nossa sociedade, principalmente entre os jovens.
Então... bora assistir?

            Apesar desses porém's na construção do roteiro e na segmentação para um público bem específico, recomendo 'Dear White People' para qualquer pessoa, negro ou branco, militante, não-militante, hetéro ou LGBTQ+.

            Sério, assiste lá, é rapidinho. E, se gostar, indique para um amigo - não vamos deixar "Dear White People" ser cancelada para só então valorizarmos, como aconteceu com sense8.


Yoga: técnica para relaxar corpo e mente

Dia Internacional do Yoga (21 de junho) está chegando, e a prática que surgiu no oriente, Patrimônio Cultural e Imaterial da Humanidade, ganha cada vez mais adeptos em sua busca para relaxar.
Atualmente, se pararmos por alguns instantes apenas para observar como está o mundo, conseguiremos perceber o quanto ele anda “doente”. Em um ambiente frenético, de tantas metas a serem cumpridas, papéis a serem representados, não se consegue uma pausa para estabelecer conexão com respiração, com seus propósitos e com o que pode ser melhorado em nós mesmos, para que possamos estar fortalecidos na batalha diária da vida. Esse fortalecimento só pode ser conquistado com o relaxamento.

E o yoga aparece para dar uma mãozinha nessa harmonia. Com exercícios de alongamento e meditação, o aluno consegue mais facilmente controlar a respiração, a postura, a focalização dos sons, a bioenergia, o relaxamento e a percepção do mundo.

 Os exercícios equilibram os lados físico e emocional, melhora os níveis de estresse, a capacidade de concentração, a memória e o ritmo respiratório. Esses são apenas alguns dos benefícios procurados por quem pratica o yoga. De acordo com a professora Guta Coutinho (proprietária do Yoga ON, Estúdio (@_yogaon), em uma prática completa são trabalhadas as quatro partes que formam o ser humano: mente, corpo, emoções e energia vital. Atualmente, ela conta em seu espaço com turmas regulares, turmas personalizadas e aulas individuais para práticas de Hatha Yoga, Hatha Vinyasa Yoga, Relax e Yoga Restaurativo.

 “O yoga tem por objetivo a harmonização dos corpos físico, emocional/mental, por meio de séries práticas, que entre elas se destacam as posturas psicofísicas chamadas asanas, feitas com presença e excelência a fim de expandir a consciência, elevar a energia e reintegrar o praticante ao Todo. No plano físico, a flexibilidade e a resistência muscular aumentam, os músculos são tonificados e o corpo físico preparado para permanecer sentado, confortável e estável, a fim de entrar na prática Meditativa. Através da prática superamos limites físicos, mentais e emocionais. Buscamos o estado de reconexão e equilíbrio”, explica Guta.
Fonte: ZeroG
Equilíbrio

Grosso modo, essa prática e filosofia antiga da Índia consiste no equilíbrio entre o corpo e a mente. É a união de técnicas que trabalha o ser humano nas suas mais diversas potencialidades, que abrange técnicas para condicionar e controlar respiração, concentrar a mente, aprender a controlar a energia do corpo, filosofia comportamental e ética para a melhor compreensão do mundo e uma vasta disciplina ética e moral para nos aproximarmos da alma humana.

Fonte: Yoga of Color
As vantagens de fazer Yoga

1 – Ajuda a conquistar e manter uma boa saúde;

2 – Alivia doenças respiratórias, dor nas costas, auxilia na perda de peso, desordens do aparelho digestivo, melhora o sistema cardiovascular, o funcionamento das glândulas endócrinas e pode ser utilizada como terapia de apoio para inúmeras enfermidades; Também beneficia o sistema nervoso e o cérebro;

3 – Alivia ou elimina gradativamente problemas físicos originários de causas psíquicas (doenças psicossomáticas);

4 – Possibilita sensível melhora da condição estética e definição corporal. Podemos trabalhar o corpo sem desenvolver hipertrofia (aumento de volume de massa muscular);

5 – Aprimoramento do intelecto, concentração e memória;

6 – Melhora e reforça a auto-estima, a auto-imagem e a força de vontade;

7 – Melhora a forma de nos relacionarmos conosco, com os outros e com o mundo;

8 – Proporciona alívio do estresse;

9 – Possibilita entrarmos em contato com a real expressão de nosso potencial latente;

10 – Proporciona autoconhecimento e paz interior.

Fonte: Yoga.com
Resultados

Num primeiro momento, os alunos percebem claramente a desaceleração dos batimentos cardíacos, o relaxamento do corpo e uma melhor execução das respirações. Com o tempo, sempre respeitando os limites do próprio corpo, a flexibilidade e o equilíbrio vão aparecendo, assim como a força e a resistência musculares. “Um corpo forte e flexível nos leva a uma mente forte e flexível”, diz Guta.

Para gestantes e yoga restaurativo

A gestação é excelente época para o autoconhecimento e a compreensão das leis que regem todos os fenômenos da natureza. Nesse período em que tantas transformações, físicas, emocionais e mentais acontecem, muitas ferramentas normalmente utilizadas na prática do Yoga podem trazer auxílio a alguns desconfortos da gravidez, trazer equilíbrio entre serenidade e força, preparar para o parto e para o convívio com o bebê.

Yoga Restaurativo é uma prática passiva, onde através de posturas passivas, com o uso de props (acessórios próprios para a prática) e maior permanência, preparamos o corpo para uma reorganização fisiológica, visando reequilibrar o organismo como um todo. A prática de yoga restaurativo é pautada em 3 pilares: observação, compaixão e suporte (físico e psicológico).

Confira alguns benefícios de ambas as práticas:

- Alivia dores nas costas e articulações;

- Combate edemas nas pernas;

- Fortalece a musculatura pélvica;

- Facilita a recuperação pós-parto;

- Ajuda a compreender e aceitar as transformações do organismo durante a gestação;

- Favorece a comunicação entre a mãe e o bebê;

- Prepara para um parto mais tranquilo.

- Ajuda no tratamento de fibriomialgia, síndrome do pânico, depressão, transtornos de ansiedade e stress pós traumático.



Praça Nova Araçatuba - Promoção Meus dois Amores!


O Shopping Praça Nova Araçatuba está com uma campanha sensacional chamada "Meus dois amores", onde juntou o Dia das Mães com o Dia dos Namorados e vai presentear os clientes com vários vale-compras de R$ 1.000,00 para serem gastos como quiser e em qualquer loja deles!
Fui convidada para fazer três vídeos mostrando o que é possível comprar com esse dinheiro e quais são as opções mais interessantes. O primeiro vídeo já foi ao ar na semana passada e vocês podem conferir a seguir:



Os outros dois vídeos saem esta semana, então curtam a página do Shopping para ficarem por dentro! (Lá tem todas as informações de como participar do sorteio). Eu adorei fazer os vídeos e estou mega curiosa para ver como ficarão os próximos!
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